1. Continuar o que de bom iniciei em 2014: compras de peixe, legumes e frutas todos os sabados de manhã numa praça perto de mim; yoga e meditação ☆
2. Correr uma meia maratona abaixo das 2h30m, sendo que para isso é preciso treinar pelo menos 2 a 3 vezes por semana (chamar as amigas para ajudar) ●
3. Mudar de visual e garantir manicure uma vez por semana ●
4. Entrar num MBA em 2015 ou 2016 ○
5. Ler um livro por mês ●
6. Iniciar o meu livro: traçar o esboço da história e pedir acesso aos arquivos ●
7. Envolver-me mais nas causas em que acredito (chamar as amigas a envolverem-se também) ●
8. Recomeçar a praticar piano ●
9. Não deixar de dizer o que penso que está mal com medo de criar conflitos, mas sim arranjar maneira de o dizer sem os criar ☆
10. Agradecer e cuidar mais do que me é mais precioso ☆
11. Organizar a minha vida pessoal ☆
12. Poupar e investir ☆
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
Desejos e resoluções para 2015
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
3 little things #4
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Apoiar
A preparação e sustentação de um agudo faz-se no grave que o antecede. É uma analogia apropriada para aquilo que considero ser o apoio entre entes queridos. Num momento mais adverso, para se apoiar quem se ama, é preciso estarmos apoiados. Seremos tanto mais tolerantes quanto mais nos conseguirmos afastar emocionalmente dos problemas dos nossos entes queridos, mesmo sendo difícil de o fazer. E para se conseguir distanciamento, além de compreender que nem tudo são problemas que possamos resolver ou ajudar, é preciso espaço para nós... para as nossas reflexões, para o nosso balanço. Só assim estaremos a ajudar verdadeiramente.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
3 little things #1
O meu melhor amigo, num dia de desespero meu, terminou um telefonema obrigando-me a verbalizar 3 coisas pelas quais estou grata. E ao fazê-lo, percebi que este é um ato que nos ajuda mesmo a relativizar as dores, a perceber o que é importante e a colocar a nossa energia nas coisas certas, em vez de nos consumirmos em amarguras.
Passei a fazê-lo todos os dias e vou passar a escrever aqui, para não as "esquecer".
Hoje, estou grata por:
1. Ter alguém com quem falar verdadeiramente do que me preocupa em cada momento, sem medo de ser julgada por isso
2. Ter a capacidade de ajudar os outros e de lhes falar ao coração
3. Ter uma boa capacidade analítica para perceber o que é certo e errado e traçar um caminho para a minha vida
terça-feira, 30 de julho de 2013
Não há melhor terapia...
... Que um grupo de amigos à volta de uma mesa!
Acho que era esta a frase que há uns dias vi no mural do FB de alguém e à qual fiz like.
Na quinta passada percebi isso mesmo. Tinha tido um dia horrível, com a chefe em stress e a criticar e a mandar alterar tudo numa apresentação uma hora antes do meu jantar de raparigas giras. Apesar de gira (porque de manhã percebi que ia do trabalho para o jantar sem passar em casa), sentia-me um caco e quando liguei a uma delas a dizer que não sabia se chegava a horas e ela me disse "vê lá, se estás muito aflita combinamos para outro dia", juro que tive de lutar contra mim mesma para evitar aceitar essa opção. Mas não queria voltar a adiar a oportunidade e ser a "cortes", mais uma vez. Disse a mim mesma que o melhor era mesmo sair dali e deixar para o dia seguinte, mesmo que a minha chefe pensasse o contrário.
Ainda que dividida, saí a tempo do meu jantar. Long story short, tivemos um jantar óptimo e passamos um bom bocado.
Na manhã seguinte, levantei-me cedo para me dedicar à apresentação. Estava cansada, mas moralmente restabelecida e confiante de que tudo iria correr bem nesse dia. Mesmo com o horóscopo das 4 mulheres do meu gabinete a apostar que nos iríamos comer vivas nesse dia!
Correu bem! No final do dia percebi porquê. Apesar do stress, eu mantive a descontração da noite anterior, relativizei e soube em cada minuto que se algo corresse mal, eu teria com quem desabafar.
É este o poder da amizade à volta de uma mesa!
Estou mesmo orgulhosa de mim mesma! :)