Se tudo tivesse corrido bem, faltaria um mês.
Um dia qualquer destes irá faltar um mês! Eu sei!
Mas quanto mais tempo passar e se a vida não moderar a sua brutalidade, menos força irei ter para acreditar nisso, para imaginar, para planear, para concretizar...
Se continuar assim, sei que continuarei a ser a mais resiliente... mas tornar-me-ei vazia de sentimento... e há quem diga que nunca serei feliz...
domingo, 26 de abril de 2015
Se...
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
Desejos e resoluções para 2015
1. Continuar o que de bom iniciei em 2014: compras de peixe, legumes e frutas todos os sabados de manhã numa praça perto de mim; yoga e meditação ☆
2. Correr uma meia maratona abaixo das 2h30m, sendo que para isso é preciso treinar pelo menos 2 a 3 vezes por semana (chamar as amigas para ajudar) ●
3. Mudar de visual e garantir manicure uma vez por semana ●
4. Entrar num MBA em 2015 ou 2016 ○
5. Ler um livro por mês ●
6. Iniciar o meu livro: traçar o esboço da história e pedir acesso aos arquivos ●
7. Envolver-me mais nas causas em que acredito (chamar as amigas a envolverem-se também) ●
8. Recomeçar a praticar piano ●
9. Não deixar de dizer o que penso que está mal com medo de criar conflitos, mas sim arranjar maneira de o dizer sem os criar ☆
10. Agradecer e cuidar mais do que me é mais precioso ☆
11. Organizar a minha vida pessoal ☆
12. Poupar e investir ☆
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Apoiar
A preparação e sustentação de um agudo faz-se no grave que o antecede. É uma analogia apropriada para aquilo que considero ser o apoio entre entes queridos. Num momento mais adverso, para se apoiar quem se ama, é preciso estarmos apoiados. Seremos tanto mais tolerantes quanto mais nos conseguirmos afastar emocionalmente dos problemas dos nossos entes queridos, mesmo sendo difícil de o fazer. E para se conseguir distanciamento, além de compreender que nem tudo são problemas que possamos resolver ou ajudar, é preciso espaço para nós... para as nossas reflexões, para o nosso balanço. Só assim estaremos a ajudar verdadeiramente.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
10 coisas para este outono
1. Beber mais água/chá
2. Correr mais e à chuva também
3. Aproveitar cada raio de sol que a estação trouxer
4. Ir ao mercado todos os sábados
5. Encher a casa de flores
6. Ler mais
7. Estudar e construir o meu futuro
8. "Agradecer" mais à vida
9. Não perder um episódio da Segurança Nacional
10. Fazer mais planos com amigas
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Desintoxicação digital
Vou começar um processo de desintoxicação digital, principalmente do Facebook! Dizem que os índices de felicidade estão negativamente correlacionados com a frequência. Confesso que me agrada muito a quantidade e a rapidez da informação que me chega via FB, permitindo-me não só acompanhar a vida de amigos que estão longe e/ou com quem não tenho contacto todos os dias mas também ter conhecimento de muitos artigos, estudos, objetos, eventos, etc.. Mas também deteto coisas menos boas e que me magoam. E confesso que há momentos em que certas evoluções na vida dos outros me deixam a pensar na minha.
Aceito que este último sintoma não é saudável... Vou ter de aprender a passar os tempos mortos sem me socorrer do FB.
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Pronto
Porque não sou mulher de invejas, fiz duas grandes aulas de surf este fim de semana. Devo dizer que já faço um excelente take off. Falta apanhar ondas sozinha e comandar a prancha uma vez lá em cima.
Na tarde de sábado, não aguentava com uma gata pelo rabo. Ainda comprei um fato e desci até à Foz do Lisandro a armar-me em surfista. Rapidamente percebi que bom, bom era dormir hora e meia.
Domingo mal me mexia, mas cheia de espírito e com fato novo lá fui!
Adorei! E cheguei à conclusão de que poderei demorar uma vida, mas vou mesmo conseguir surfar! :)
domingo, 4 de agosto de 2013
Qual a melhor forma de terminar um namoro?
Fazendo um pedido de casamento!
Li isto no FB de uma amiga de Erasmus que anunciou assim ao universo de amigos o seu noivado.
É engraçado verificar o que este tipo de frases provoca em mim. Por um lado o facto de já ter vivido isto uma vez, faz-me sentir uma certa nostalgia. Depois vem a esperança de poder vir a vivê-lo outra vez daqui a uns tempos mais ou menos longínquos. Mas o melhor é verificar que apesar de ter sentido tudo verdadeiramente no passado, não existe mágoa por ter corrido mal e só me apetece sentir tudo novamente.
Pode ser a pressão de ver tanta gente a casar. Mas que se lixe...
sábado, 3 de agosto de 2013
Inveja
Por norma quando cobiço alguma coisa que alguém tem ou faz, fico feliz pela pessoa é penso no que me impede de ter ou fazer o mesmo. Por norma vou à luta pois se tanto invejo é porque é importante para mim. Entenda-se que não é querer passemelhar-me a alguém e sim realizar algo que me diz algo.
Mas há uma coisa que atualmente ando a invejar e que estou a ter grandes problemas em obter e que se agrava porque envolve uma pontinha de ciúme. Queria mesmo saber surfar, como as raparigas que hoje vejo aqui e que entram acompanhadas dos seus namorados ou sozinhas. Quero acompanhar o meu em vez de ficar aqui diz sozinha no areal. E sim quero provar que sou capaz, como a ex dele, mesmo que isso seja uma coisa minha e que lhe é indiferente.
Mas não tenho vida para isto... Mas queria tanto ter.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Nem sempre é fácil começar...
Começar implica sempre uma reflexão sobre se é possível continuar e eu gosto de iniciar apenas os projetos que eu possa transformar em hábitos ou parte integrante da minha vida.
Em relação a este blogue, o problema está em dar início a um repositório de ideias, palavras e imagens que acabe por ficar esquecido no mundo dos bytes se a rotina diária se impuser. Ou então, o medo de começar algo que acabe por se tornar uma fonte de stress para mim, dada a minha mania pelo perfeccionismo. Sim porque eu já me conheço e, como diz a minha psicoterapeuta, não perco uma oportunidade de me autocriticar e de me autopunir.
Bom, depois de muito pensar, creio que não vem mal ao mundo fazer da blogosfera o meu "muro das lamentações" ou o canto das minhas memórias e das minhas observações.
Dou-lhe o nome do meu primeiro blogue para o honrar e continuar (modéstia à parte, havia bons textos nele) e porque, tal como no passado, este título acaba por me escudar... Estarei aqui às vezes, as vezes que forem possíveis ou necessárias para mim e só isso.